Inspiração

5 coisas que eu aprendi com relacionamentos

junho 12, 2015

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Eu não sei direito se sou a pessoa certa pra falar sobre relacionamentos, mas durante a minha adolescência e agora na ~fase adulta~ eu aprendi muitas coisas com os (poucos) relacionamentos que eu tive (e com os que eu não tive também, hahaha). Então, em comemoração ao Dia dos Namorados, vou compartilhar minhas experiências e aprendizados.

Não existe bem uma ordem de importância (todos os pontos são importantes), mas fui fazendo meio que uma retrospectiva na minha cabeça e acho que tá mais em ordem cronológica, mesmo. Mas enfim… Isso não faz diferença.

Vamos lá!

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1. Não termine um relacionamento por telefone.

Sim, estou começando pelo fim porque é algo muito importante.

Eu sei que é mais fácil assim, eu sei que não faz muito sentido você ter que chamar a pessoa pra sair só pra olhar nos olhos dela e falar que você quer terminar e depois vocês vão ficar numa situação meio estranho de não saber como ir embora, dar tchau, etc. Terminar por telefone é bem mais fácil. Mas, a não ser que a pessoa seja uma rídicula que não merece o mínimo da sua consideração, seja legal e termine pessoalmente.

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2. Não existe amor que resista a um relacionamento onde não há conversa.

No começo do namoro com o Vi, eu tinha uma mania muito chata de ficar guardando as coisas pra mim. Chateações, inseguranças, ciúmes, etc. E ficava lá sofrendo sozinha. Depois de um quase término (com pouco mais de um ano de relacionamento), nós percebemos que o grande problema era a falta de conversa e procuramos corrigir isso. Hoje, eu sinto que o conheço muito mais do que naquela época, que as coisas fluem melhor, etc.

É importante “colocar as coisas pra fora,” temos mania de ficar remoendo coisas ruins e criar diálogos imaginários e isso só piora as coisas. Sentar e conversar é sempre a melhor forma de resolver algo.

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3. Não gaste energia demais com ciúmes.

Ai, que coisa ruim! Confesso que demorei demais pra entender que faz bem não ficar alimentando o bichino do ciúme.

Realmente, a sensação é bem chata; mas acho que ficar insistindo nisso é pior ainda, só multiplica aquele sentimento ruim. A gente precisa ser mais leve, ter mais segurança. Não é fácil resolver isso. Mas o importante é saber que tudo acontece do jeito que tem que acontecer.

Claro, uma pequena dose de ciúmes é normal, mas se isso cresce mais do que devia, tudo fica bem mais difícil. Se você está com alguém que te transmite confiança, respire e deixe as coisas fluírem. E deixe também que o Universo também tome conta de tudo o que tem que acontecer.

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4. Esteja sempre aberto para aprender novas coisas.

Cada pessoa tem uma história diferente, uma experiência de vida diferente, uma percepção de mundo diferente. Por mais que você que é igual ao seu parceiro ou parceira, sempre vai ter alguma coisinha nova pra ser compartilhada. Às vezes, achamos que podemos aprender coisas novas só num curso ou assistindo a algum desses canais legais do YouTube, mas precisamos sempre olhar à nossa volta e aceitar com carinho todo conhecimento que alguém decide compartilhar conosco.

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5. Sem joguinhos.

Ame. E demonstre. É tão gostoso quando alguém mostra que gosta da gente, né? Eu era fechada demais, há alguns anos, não sabia como demonstrar o que sentia. Aprendi aos poucos.

E também aprendi a me entregar aos meus sentimentos. Se quebrar a cara, paciência. Acho que fazer joguinhos é algo tão cansativo, ficar com a guarda sempre levantada, sempre alerta é tão chato, não é? Tenho a impressão de que fiquei até mais leve quando resolvi parar com isso.

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